As novas tecnologias, ditas digitais formam o novo ambiente da Comunicação: a sociedade da informação, como previa MC Luhan há um tempo não muito distante, em 1974. Os sÃmbolos, a escrita, o jornal impresso, o rádio, o cinema, a TV e agora, a informática. A Cibercultura já é disciplina dos cursos de graduação e linha de pesquisa para os cursos de pós-graduação. A “Era Digital†é marcada pela formação do ciberespaço, sendo os meios digitais como principal veÃculo utilizado pelos comunicadores sociais para a difusão de informações.
Não há dúvidas que este novo ambiente está reunindo o público, formando a “nova†cultura de diversas comunidades. O profissional de Relações Públicas deve estar preparado para lidar com instrumentos digitais, buscando atingir este público virtual, favorecendo os relacionamentos. O ambiente “offline†permite a utilização dos instrumentos de comunicação tradicionais e a informação é captada assim como foi prevista estrategicamente, como nos CDs e DVDs room, TV por assinatura e e-mails. Já no ambiente “onlineâ€, há de se utilizar dos instrumentos digitais: a internet, chats, fóruns, propaganda eletrônica, seguindo a lógica da atualização de informações e sabendo que cada indivÃduo assimila a informação de forma diferente, de acordo com sua formação e interesse pessoal.
As organizações precisam estar inseridas no contexto digital, onde não há controle dos indivÃduos e nem das crÃticas que eles apresentam, e os modelos comunicacionais devem ser atualizados, no que diz respeito à sua utilização no “meio frioâ€, o ambiente virtual, onde todos são emissor e receptor, havendo fluente interatividade. Os profissionais do mercado que atuam há mais de 15 anos concordam com a necessidade de estudos e opiniões dos profissionais, tratando das novas tecnologias, então um novo ambiente, uma nova atuação. É fundamental que a nova geração apresente teorias sobre a questão do planejamento das ações de Relações Públicas na web e com as ferramentas digitais.
Livro: McLuhan, M. Os meios de comunicação como extensão do homem. Tradução de Décio Pignatari. São Paulo, Cultrix, 1974. 4° ed. // VÃdeo e texto // NotÃcia